Palavras. Resgatei-as do peito. Ou não?
samedi 24 octobre 2009
dimanche 18 octobre 2009
Go away, sun...
Perdi-me em alguma noção de espaço, tempo. Caso eu possua qualquer noção sobre qualquer minúcia.
Confesso que, neste momento, tudo o que posso haurir é puro medo e ansiedade. Meus ombros estarão fortes e brutos o bastante para posteriores infortúnios e atribulações?
Havia nuvens espessas recatando a majestade celeste, fazendo com que o sol sorrisse por entre arrufos. Piedade. Agora, tudo o que há é puro sol. Sol. Vá-se embora, sol. Não vê que desmorona a sorumbática terra em febre?
Publié par Flaísa Tárcila à 08:07
mardi 13 octobre 2009
Alone.
Sou nada. Nada. Jamais esqueci-me disso. Porém, os fatos contemporâneos vêm afogueando essa certeza em meu interior.
Sinto-me perdida. E estou sozinha. Estou?
Publié par Flaísa Tárcila à 16:50
samedi 10 octobre 2009
Saturday...
Estive fora todo o tempo. Quase. Quase todo o tempo. Alguém pode me comprar algum tempo?
Como posso estar rodeada por indivíduos como você? Limitando a outrem por sua aparência... É vergonhoso.
As estrelas estão encobertas pelas nuvens, e adquiri um novo livro. Livro... livro para se ler junto às estrelas. Estrelas. Brilho. Luz. Vácuo. Solidão. Paz?
Sinto que o momento de minha proximidade com meu objetivo está vacilando. Estará? Está? Esteve?
O que pode consolar um cérebro pasmo e claudicante, cérebro embevecido pelas histórias que não aconteceram? Estou aqui? Estou presente neste momento?
Céus. Que cessem as indagações! Contudo... por quê?
A chuva. A chuva tingiu a terra. Não chove mais?
Publié par Flaísa Tárcila à 17:13
vendredi 9 octobre 2009
Blues, blues, blues...
Mais cedo, escutei os blues do meu interior. E, agora, justo agora, repasso-os comigo.
O céu está ruborizado aqui e ali, e quase não posso enxergar estrelas. Estrelas. Já notaram como são parecidas conosco? As estrelas...
Acordar cedo para retornar aos repasses do branco e preto?
Publié par Flaísa Tárcila à 20:35
jeudi 8 octobre 2009
There are so many ghosts...
- Bonne nuit!
- Sinto-me feliz. Criei um novo planeta. E pretendo povoá-lo.
- Rio-me da incompreensão. Por que todos estão sempre rindo e moldando piadas grotescas sobre o que é demasiado delicado ou grande para sua capacidade mental? Enfim. Pouco se me dá. Deixe que interpretem mal, que falem, que riam. Dizendo o já dito, pouco se me dá.
- Salut!
Publié par Flaísa Tárcila à 16:10
mercredi 7 octobre 2009
Aching.
- Bonne nuit, amis.
- Que posso lhes dizer hoje? Como posso lhes descrever o que se passa em parte de mim, quando meu português sofre tais mudanças que me pasmam? Enfim. Não é custoso tentar. Não muito, ao menos.
- Por incrível que pareça, creio que as personalidades de meu interior abdicam da superfície e recorrem ao espaço mais recôndito de meu ser. No entanto, por quê? Por que cuidaram que se concentrar seria o ideal neste momento? Se, ao menos, houvessem se concentrado à flor da pele... Está bem. Não sei se seria bom, caso, em vez daquilo, acontecesse isto.
- Estou caminhando com um novo trabalho, embora minha fanfiction, "Máscara às avessas", não esteja pronta. Espero conseguir captar bem minha essência. Espero encontrar o que sou em meio a tantas idéias e conexões singulares. Há uma vírgula após "sou"? Droga. Vou acabar por roer minhas unhas até o sabugo.
- Por hoje, é tudo... ou não. Por via das dúvidas, paro por aqui.
- Salut!
Publié par Flaísa Tárcila à 19:56