Atualizando.
Que venha o novo ano.
samedi 26 décembre 2009
vendredi 4 décembre 2009
A monster. That's what I am.
Estou morta ou viva? Há quem o diga? Estive doente na maior fração do tempo desta semana. E não concebo lhes garantir que meus anseios e idéias foram dos mais angelicais nesse período. Aspirei por horrores e esperei por eles. E eles não vieram. Passei dias à cama, alimentando pútrido e abjeto vício, agonizando a moléstia que se hospedava em meu seio. E onde estará ela agora? Tênue, suave, nada alarmante, nada comovente. Aos poucos, esvai-se. E seria escabroso, de minha parte, se proferisse que desejo que algo letal e não contagioso permaneça? Estou presa ao dossel nulo do leito de vidro, e por que ele não se rompe em estilhaços? Por que tenho de nutrir e incutir vício a esse lamuriar contínuo, exaustivo? Estou farta. E sou deveras nova para estar assim.
Publié par Flaísa Tárcila à 08:29
samedi 28 novembre 2009
Fear...
Medo, a mesmo tempo que fica, evanesce. Pressinto que, logo, estará extinto de todo. O próximo passo é aquele de que todos estão cientes: em breve, não haverá Flaísa. Em breve, a imatura vai morrer... e a madura não terá tempo ou oportunidade para chegar. Tempo. É escusada a falta de tempo. Necessário é o tempo para a despedida. Não sou nada.
Publié par Flaísa Tárcila à 15:04
Loneliness...
O que se opera em meu espectro agora? Solidão. Por que não abdicas de mim?...
Publié par Flaísa Tárcila à 07:21
mardi 24 novembre 2009
Words, life, heart.
Preleção em tinta. Escrita. Poeta-poesia é redação, poeta-poesia é narrativa. Poeta-poesia é alarde que se cria, psiquê que se incute à alma. Poeta-poesia é o que cabe ao pensamento. Poeta-poesia é aquele, é aquilo, é quem, é o quê. Poeta, poesia, poeta-poesia. Poeta-poesia é fecundo.
Palavras são essência, pois a descrevem. Palavras são sentimento, pois o inventam. Palavras são frenesi e reparação, palavras são sofreguidão e são urgência.
Crie, viva, imagine, pois nada se compara a um universo expresso em letras. Nasça e faça nascer, viva e deixe viver, conceba e seja concebido: arte é tudo o que se escreve, tudo que se lê. Tudo que se nota, tudo que se vê. Palavras são vistas. Palavras não são insignificantes - são significado. Palavras são fatos, palavras são palavras, palavras são escuro, palavras são futuro. Palavras - submeta-se à glória das palavras.
Publié par Flaísa Tárcila à 14:13
I know they live...
O hoje foi fatídica concepção. Vergonha. Permaneço sorumbática, prostrada a meu próprio frenesi de morbidez. Sou uma porta sem qualquer maçaneta.
Publié par Flaísa Tárcila à 14:08
samedi 21 novembre 2009
Doom.
"E minh'alma morre, aos solavancos, nesta medonha carruagem", para recordar meu favorito autor. Grande Álvares de Azevedo.
Minhas feridas trescalam o mais profuso temor de meu espírito urgente; como será, quando será, por que será? A carne indaga, arrebata minha convicção de um período sutil e vazio de atribulações. Paz. Vácuo. Solidão. Abstinência?
Quando parará meu espectro de debater-se às paredes do cáustico caos? Quando parará minha mente de ponderar e borboletear sobre as minúcias persistentes ao redor? Para onde devo correr, a fim de esquivar-me de meu eu? Eu? Já interpelei: eu? quem sou eu? Estou aqui? Estou presente neste momento?
Quando o bálsamo roçará minha alma de fogo? Queima assaz nos lábios, queima assaz no talhe. Chuva. Chova. Chover. Não chove mais.
Publié par Flaísa Tárcila à 05:18
samedi 14 novembre 2009
Silver...
Céus. Estudos e estudos. Que tal abdicar de escritas convalescentes e mórbidas? Oh, não mesmo. Poderia eu abdicar de minha natureza? Poderia repudiar a convenção de espectros em meu eu? Eu? Quem sou eu? Sou do mundo antigo? Estou presente neste momento? Creio que seja somente um dos fantasmas. E viajo constantemente, incansavelmente, irrevogavelmente, importantemente. Sol. O sol não se apaga. Amarelo. Dourado. Prata?
Publié par Flaísa Tárcila à 07:49
jeudi 12 novembre 2009
You.
Divisei uma Flaísa abarrotada de fadiga e frustração - em certos aspectos -, quando, de repente, não mais que de repente, um lampejo avivou meu olhar. E apercebi-me de você. E não foi algo calculado, matutado ou ajustado por meu imaginário debilitado e apinhado de extravagâncias - foi simplesmente natural e repentino. Não algo à primeira vista, mas algo que meu organismo processou, sem se dar conta do perigo que corria, aos poucos. Ao fim de um processo silencioso e sorrateiro, vi-me entre sua figura e mim mesma, vi-me entre duas paredes que vêm ao encontro mútuo. E, por Deus, pedi que me ajudassem, antes que me acostumasse a tal situação. Contudo, não obtive socorro. E, agora, sua pessoa parece demasiado boa para ser real. É árduo crer que você exista.
O tempo é efêmero, embora aja como se jamais fosse findar-se. Escoa-se rapidamente, e já há quase dois meses que coexistimos da forma como coexistimos. E, Céus, acostumei-me a isso. Considero-me um verdadeiro desastre em diversos aspectos. Entretanto, quando me deparo conosco, não consigo conceber como possa ser tão sortuda. Ora, pois:
Em minhas temporadas de loucura, nos momentos em que piro, em que choro sem relatar motivos, você compreende e me abraça, procurando saber o que há de errado com a maluca que sou. E essa minúcia é inefável, não possui explanações. Você é meu amigo.
Rimos à toa, sua presença faz com que me esqueça de como é ser Flaísa e somente ria de todos os detalhes. Detalhes. Você é um conjunto deles, de muitos deles.
Todo meu dia vale à pena, se consigo me enxergar no fundo das suas íris cor-de-chocolate, se consigo ver-me brilhar nelas. Nem mesmo Master Card paga essa sensação.
É o modo como você sorri, como cora, como você desobedece aos limites, como você parece contemplar o vácuo, como suas piadas maldosas soam hilárias, como você parece ser o melhor presente que recebo em tempos!
Sei que merece meu melhor, já que me mostrou que pode lidar com meu pior. E eu o amo por isso. Como posso dizer que você é mais, para mim, do que consigo expressar em palavras? É clichê tentar expressá-lo assim? Céus, tudo o que sei é que há algo bom acontecendo aqui. E que fiz algo bom para merecer este momento.
Desejo seus dois lados, desejo o todo em que sua pessoa consiste, desejo ambas as metades de seu espírito. Porque simplesmente não há como crer que você realmente exista.
Eu o amo.
"Façamos, disto, nossa história; vivamos em glória" (Vanessa Carlton).
Publié par Flaísa Tárcila à 14:39
When I think everything is going to be alright...
A aspiração fulge no vácuo repudiado por meu existir proeminente. O espírito punge, mortifica meus anseios e reflete, em meu espectro de fosca prata, as nuances mais nuviosas de meu temor, enquanto o ser original, a essência do ente rutilante, debela-se em sua abstrusa composição, bramindo os rubis que abdicam das veias dos pulsos, quando uma incisão é incutida à epiderme. O morrer morre em mim, o viver decreta o fim.
Publié par Flaísa Tárcila à 13:58
samedi 7 novembre 2009
samedi 24 octobre 2009
dimanche 18 octobre 2009
Go away, sun...
Perdi-me em alguma noção de espaço, tempo. Caso eu possua qualquer noção sobre qualquer minúcia.
Confesso que, neste momento, tudo o que posso haurir é puro medo e ansiedade. Meus ombros estarão fortes e brutos o bastante para posteriores infortúnios e atribulações?
Havia nuvens espessas recatando a majestade celeste, fazendo com que o sol sorrisse por entre arrufos. Piedade. Agora, tudo o que há é puro sol. Sol. Vá-se embora, sol. Não vê que desmorona a sorumbática terra em febre?
Publié par Flaísa Tárcila à 08:07
mardi 13 octobre 2009
Alone.
Sou nada. Nada. Jamais esqueci-me disso. Porém, os fatos contemporâneos vêm afogueando essa certeza em meu interior.
Sinto-me perdida. E estou sozinha. Estou?
Publié par Flaísa Tárcila à 16:50
samedi 10 octobre 2009
Saturday...
Estive fora todo o tempo. Quase. Quase todo o tempo. Alguém pode me comprar algum tempo?
Como posso estar rodeada por indivíduos como você? Limitando a outrem por sua aparência... É vergonhoso.
As estrelas estão encobertas pelas nuvens, e adquiri um novo livro. Livro... livro para se ler junto às estrelas. Estrelas. Brilho. Luz. Vácuo. Solidão. Paz?
Sinto que o momento de minha proximidade com meu objetivo está vacilando. Estará? Está? Esteve?
O que pode consolar um cérebro pasmo e claudicante, cérebro embevecido pelas histórias que não aconteceram? Estou aqui? Estou presente neste momento?
Céus. Que cessem as indagações! Contudo... por quê?
A chuva. A chuva tingiu a terra. Não chove mais?
Publié par Flaísa Tárcila à 17:13
vendredi 9 octobre 2009
Blues, blues, blues...
Mais cedo, escutei os blues do meu interior. E, agora, justo agora, repasso-os comigo.
O céu está ruborizado aqui e ali, e quase não posso enxergar estrelas. Estrelas. Já notaram como são parecidas conosco? As estrelas...
Acordar cedo para retornar aos repasses do branco e preto?
Publié par Flaísa Tárcila à 20:35
jeudi 8 octobre 2009
There are so many ghosts...
- Bonne nuit!
- Sinto-me feliz. Criei um novo planeta. E pretendo povoá-lo.
- Rio-me da incompreensão. Por que todos estão sempre rindo e moldando piadas grotescas sobre o que é demasiado delicado ou grande para sua capacidade mental? Enfim. Pouco se me dá. Deixe que interpretem mal, que falem, que riam. Dizendo o já dito, pouco se me dá.
- Salut!
Publié par Flaísa Tárcila à 16:10
mercredi 7 octobre 2009
Aching.
- Bonne nuit, amis.
- Que posso lhes dizer hoje? Como posso lhes descrever o que se passa em parte de mim, quando meu português sofre tais mudanças que me pasmam? Enfim. Não é custoso tentar. Não muito, ao menos.
- Por incrível que pareça, creio que as personalidades de meu interior abdicam da superfície e recorrem ao espaço mais recôndito de meu ser. No entanto, por quê? Por que cuidaram que se concentrar seria o ideal neste momento? Se, ao menos, houvessem se concentrado à flor da pele... Está bem. Não sei se seria bom, caso, em vez daquilo, acontecesse isto.
- Estou caminhando com um novo trabalho, embora minha fanfiction, "Máscara às avessas", não esteja pronta. Espero conseguir captar bem minha essência. Espero encontrar o que sou em meio a tantas idéias e conexões singulares. Há uma vírgula após "sou"? Droga. Vou acabar por roer minhas unhas até o sabugo.
- Por hoje, é tudo... ou não. Por via das dúvidas, paro por aqui.
- Salut!
Publié par Flaísa Tárcila à 19:56
dimanche 20 septembre 2009
What I got...
Salut.
Os dias correm razoavelmente bem por aqui, se "bem" descreve-se, outrossim, como algo que lhe faz ansiar por subir pelas paredes, gritando, chorando, pedindo por um pouco de paz. Céus. Ao menos, não passo fome, frio ou outros males piores. Logo, posso afirmar que é plauzível, e suportável, seguir em frente. Ou, melhor minúcia, seguir a um futuro... sem futuro. Enfim. Que seja.
Publié par Flaísa Tárcila à 17:30
mercredi 16 septembre 2009
Future...
Céus... Ultimamente, pelo correr da carruagem, indago-me se minha geração possui quaisquer chances de abranger um alvorecer novo. E, pena, constato que não. Tolo é quem crê termos futuro. Ora, equivoco-me! Em realidade, tê-lo-emos. O tal só não será bom. Mas existirá. Bem, a nação de adolescentes jaz enlodada e perdida no vácuo dos sentimentos impuros e abjetos. Vergonha. Vergonha. Vergonha. Quando minha mente estiver um pouco mais organizada, meus caros, retorno para dirigir-lhes alguns novos vocábulos. Saudações.
Mon baisers.
Salut!
Publié par Flaísa Tárcila à 17:38
jeudi 6 août 2009
Please.
Em meu escuro, meu atônito coração de fera ouviu soarem os alardes dos... do imaginário. Está aqui. Sempre estará aqui. Posso sentir sua presença por detrás de meu dorso, seu mínimo calor aventurando-se por minhas espáduas. Viram minha solidão, esconderam-se em meu vazio. Foi uma voz, dizia "Ouço. Ouço seus medos. Seus tormentos. Suas lágrimas". É o sinal.
Publié par Flaísa Tárcila à 18:26
mercredi 1 juillet 2009
Love. Can it just touch me?
Estou transbordando carinho, estou encerrando carinho. Há quem o receba? Braços abertos, sou um manancial de palavras e idéias inefáveis. Não estou em mim. O que há para ser dito, quando vocábulos curtos, que expressem o que há no interior, são tudo o que me vem à mente? Preciso parar. Preciso organizar meus pensamentos. Preciso estar além, não acima ou abaixo, simplesmente além.
Hoje, a energia falhou. E caminhei pela calçada, olhando para o céu. Nunca foi tão fácil ver as estrelas, em meio a algumas frouxas luzes de postes distantes. Talvez, já fosse fácil vê-las bem em outra ocasião. Mas não me lembro, ao certo. Só pensei na lua. A lua iluminou parte do chão. E iluminou minha pele. E cantei. Cantava.
As pessoas vão e vêm. Tempo. Tempo. Tempo. Alguém pode me comprar algum tempo?
Publié par Flaísa Tárcila à 18:46
vendredi 19 juin 2009
Blues, blues, blues.
Olá. Não serei tão constante aqui, apesar de meus esforços em não me separar deste blog. O que deveria ser diário será semanal. Enfim.
Estou um pouco mortificada: meus estudos não caminham tão bem como deveriam caminhar, e estou no primeiro ano do ensino médio. Sim, sei. Não é algo bom. Já não suporto ouvir falar do ENEM. Vestibular. Vestibular. ENEM.
Meu espírito enxerga além das distâncias. Meu pensamento busca a essência.
Roxo, preocupação.
Minha mente anda poeta, alguns pensamentos, ou vários deles, poéticos e, em mesmo tempo, macabros assombram meu crânio. É sofrível, desde que passe tudo para o papel. Em verdade, sou um manancial de palavras, expressões e idéias, algumas desconexas, outras fazendo muito sentido. Sou um baú profundo para as mesmas. Por mais que cresçam, não transbordam. Tornam-se parte de mim. Odeio-me algumas vezes. Contudo, traço contraditório, morro de amores por mim mesma. A "mim mesma" que está vagando, a "mim mesma" que está imaginando.
A música. A música vive em mim. Música enche. Música completa. Flui. É o sangue. Não jorra. Acumula-se.
Deus, obrigada.
Publié par Flaísa Tárcila à 10:58
samedi 28 février 2009
One in a milion
Céus, estou em polvorosa. É final de semana. Logo, terei testes e mais testes, provas e mais provas, trabalhos e mais trabalhos. Alguém, por Deus, diga-me onde irei parar!... Cobranças e mais cobranças, estou submersa em um mundo agitado e sem paz. Preciso descansar. Somente descansar. Preciso desaparecer.
Bem, eu já estava desistindo, já estava cansada, mas você apareceu. E... particularmente, sem exageros, tive sorte... e espírito. A chance de encontrar alguém assim é de uma em um milhão. Obrigada. *Risos*
Publié par Flaísa Tárcila à 07:30
vendredi 13 février 2009
Blues...
Como vão, queridos leitores? Ora, se é que, de fato, tenho algum.
Ultimamente, o mal de vírgulas abateu-se sobre mim, junto de grande revolta contra o disparate das mudanças ortográficas.
Meu maior anseio, agora, é permanecer com uma "escrita" clássica e equivocada. Bom, doce Mary. Não sei o que poderei fazer quanto a minha faculdade de jornalismo.
Céus, tenho dúvidas freqüentes sobre como pontuar corretamente meus textos, minhas falas ou minhas simples expressões do dia-a-dia. Que fazer nesse momento de turbulência, como poderei livrar-me dessas panes corriqueiras?... Creio que, assim como a Língua Portuguesa em um todo, o meu protuguês atravessa, neste instante, um período de árdua reforma gramatical.
Bem... Quanto a minha vida pessoal, afirmo-lhes que estou particularmente feliz. Deveras, estou mais animada, em certos pontos (não sei se a vírgula foi bem empregada aqui. Perdoem-me)... Em breve, entrarei em maiores detalhes, mes amis.
Salut!
Mon baiser.
Publié par Flaísa Tárcila à 14:43