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samedi 30 janvier 2010

That's it...

Então, quando vem a bonança, ressurgem o medo e a ilusão em uma alma moribunda.
Aonde vai meu destino, aonde vai meu pensamento? Que hei de fazer, que hei de dizer, como agirei? Neste segundo, meu existir enxerga que, com tempo, e tempo, e vento, as pessoas andam mudando... e este pobre poeta já não se sente o mesmo.

dimanche 10 janvier 2010

It's vain to struggle, let me perish young!...

Tão notável é o desalento que, em minha seiva, corre, tamanhas são as réstias do tempo que se exauriu. Sorumbático torpor é o meu, não há viv'alma que me abstenha da balbúrdia de infames informações ou do bruto vazio que sorve minha existência.
Aonde foram meus dias, aonde foram meus sonhos, aonde foi a segurança que embalava meus brios? Aonde foi Flaísa? Onde cuida estar meu eu? Perdi-o? Perdi-me? Perdeu-se.
O bater destas pálpebras, o desmaiar de uma juventude, as convulsões de amor próprio; nada mais, nada mais.
Deus, para que tantos ais?
Dias transpoem-se, transponho-me eu. Sou livre em palavras; estou presa em vida.
It's vain to struggle! Let me perish young... (Lord Byron)