Céus... Ultimamente, pelo correr da carruagem, indago-me se minha geração possui quaisquer chances de abranger um alvorecer novo. E, pena, constato que não. Tolo é quem crê termos futuro. Ora, equivoco-me! Em realidade, tê-lo-emos. O tal só não será bom. Mas existirá. Bem, a nação de adolescentes jaz enlodada e perdida no vácuo dos sentimentos impuros e abjetos. Vergonha. Vergonha. Vergonha. Quando minha mente estiver um pouco mais organizada, meus caros, retorno para dirigir-lhes alguns novos vocábulos. Saudações.
Mon baisers.
Salut!
mercredi 16 septembre 2009
Future...
Publié par Flaísa Tárcila à 17:38
jeudi 6 août 2009
Please.
Em meu escuro, meu atônito coração de fera ouviu soarem os alardes dos... do imaginário. Está aqui. Sempre estará aqui. Posso sentir sua presença por detrás de meu dorso, seu mínimo calor aventurando-se por minhas espáduas. Viram minha solidão, esconderam-se em meu vazio. Foi uma voz, dizia "Ouço. Ouço seus medos. Seus tormentos. Suas lágrimas". É o sinal.
Publié par Flaísa Tárcila à 18:26
mercredi 1 juillet 2009
Love. Can it just touch me?
Estou transbordando carinho, estou encerrando carinho. Há quem o receba? Braços abertos, sou um manancial de palavras e idéias inefáveis. Não estou em mim. O que há para ser dito, quando vocábulos curtos, que expressem o que há no interior, são tudo o que me vem à mente? Preciso parar. Preciso organizar meus pensamentos. Preciso estar além, não acima ou abaixo, simplesmente além.
Hoje, a energia falhou. E caminhei pela calçada, olhando para o céu. Nunca foi tão fácil ver as estrelas, em meio a algumas frouxas luzes de postes distantes. Talvez, já fosse fácil vê-las bem em outra ocasião. Mas não me lembro, ao certo. Só pensei na lua. A lua iluminou parte do chão. E iluminou minha pele. E cantei. Cantava.
As pessoas vão e vêm. Tempo. Tempo. Tempo. Alguém pode me comprar algum tempo?
Publié par Flaísa Tárcila à 18:46
vendredi 19 juin 2009
Blues, blues, blues.
Olá. Não serei tão constante aqui, apesar de meus esforços em não me separar deste blog. O que deveria ser diário será semanal. Enfim.
Estou um pouco mortificada: meus estudos não caminham tão bem como deveriam caminhar, e estou no primeiro ano do ensino médio. Sim, sei. Não é algo bom. Já não suporto ouvir falar do ENEM. Vestibular. Vestibular. ENEM.
Meu espírito enxerga além das distâncias. Meu pensamento busca a essência.
Roxo, preocupação.
Minha mente anda poeta, alguns pensamentos, ou vários deles, poéticos e, em mesmo tempo, macabros assombram meu crânio. É sofrível, desde que passe tudo para o papel. Em verdade, sou um manancial de palavras, expressões e idéias, algumas desconexas, outras fazendo muito sentido. Sou um baú profundo para as mesmas. Por mais que cresçam, não transbordam. Tornam-se parte de mim. Odeio-me algumas vezes. Contudo, traço contraditório, morro de amores por mim mesma. A "mim mesma" que está vagando, a "mim mesma" que está imaginando.
A música. A música vive em mim. Música enche. Música completa. Flui. É o sangue. Não jorra. Acumula-se.
Deus, obrigada.
Publié par Flaísa Tárcila à 10:58
samedi 28 février 2009
One in a milion
Céus, estou em polvorosa. É final de semana. Logo, terei testes e mais testes, provas e mais provas, trabalhos e mais trabalhos. Alguém, por Deus, diga-me onde irei parar!... Cobranças e mais cobranças, estou submersa em um mundo agitado e sem paz. Preciso descansar. Somente descansar. Preciso desaparecer.
Bem, eu já estava desistindo, já estava cansada, mas você apareceu. E... particularmente, sem exageros, tive sorte... e espírito. A chance de encontrar alguém assim é de uma em um milhão. Obrigada. *Risos*
Publié par Flaísa Tárcila à 07:30
vendredi 13 février 2009
Blues...
Como vão, queridos leitores? Ora, se é que, de fato, tenho algum.
Ultimamente, o mal de vírgulas abateu-se sobre mim, junto de grande revolta contra o disparate das mudanças ortográficas.
Meu maior anseio, agora, é permanecer com uma "escrita" clássica e equivocada. Bom, doce Mary. Não sei o que poderei fazer quanto a minha faculdade de jornalismo.
Céus, tenho dúvidas freqüentes sobre como pontuar corretamente meus textos, minhas falas ou minhas simples expressões do dia-a-dia. Que fazer nesse momento de turbulência, como poderei livrar-me dessas panes corriqueiras?... Creio que, assim como a Língua Portuguesa em um todo, o meu protuguês atravessa, neste instante, um período de árdua reforma gramatical.
Bem... Quanto a minha vida pessoal, afirmo-lhes que estou particularmente feliz. Deveras, estou mais animada, em certos pontos (não sei se a vírgula foi bem empregada aqui. Perdoem-me)... Em breve, entrarei em maiores detalhes, mes amis.
Salut!
Mon baiser.
Publié par Flaísa Tárcila à 14:43
jeudi 25 décembre 2008
If they have no bread, let them eat cake...
Mes lecteurs...
Como vão? De fato, estive sem postar por muito tempo, peço perdão por tal pormenor. Contudo, é verídico a minúcia de que meus dias são bastante corridos, ultimamente.
O natal é uma época belíssima, deveras, e não posso deixar de gozar demasiado da mesma. Toda a preparação, todos os detalhes, todas as risadas encantam-me como nada mais poderia encantar! E foi uma agradabilíssima noite, como óbvio.
Devo dizer que aprendi diversas lições com todos os acontecimentos deste ano de 2008. Ora, e como! Não se deve perseguir a maturidade. Não. Deve-se conquistá-la. A mesma vem até nós e toca-nos, aplicando-se a nossa existência como uma boa passagem. Sim, por inúmeras vezes, agi como tola, fui infantil e desmedida. Contudo, jamais é tarde para aprender e para ensinar, para arrepender-se e para fazer arrepender. Nessas circunstâncias, minha alma "borboleteia", expondo-se a todos os cunhos de aprendizagem possíveis.
Chéries, mon bisous!
Salut, salut!
Publié par Flaísa Tárcila à 11:43