- Bonne nuit!
- Sinto-me feliz. Criei um novo planeta. E pretendo povoá-lo.
- Rio-me da incompreensão. Por que todos estão sempre rindo e moldando piadas grotescas sobre o que é demasiado delicado ou grande para sua capacidade mental? Enfim. Pouco se me dá. Deixe que interpretem mal, que falem, que riam. Dizendo o já dito, pouco se me dá.
- Salut!
jeudi 8 octobre 2009
There are so many ghosts...
Publié par Flaísa Tárcila à 16:10
mercredi 7 octobre 2009
Aching.
- Bonne nuit, amis.
- Que posso lhes dizer hoje? Como posso lhes descrever o que se passa em parte de mim, quando meu português sofre tais mudanças que me pasmam? Enfim. Não é custoso tentar. Não muito, ao menos.
- Por incrível que pareça, creio que as personalidades de meu interior abdicam da superfície e recorrem ao espaço mais recôndito de meu ser. No entanto, por quê? Por que cuidaram que se concentrar seria o ideal neste momento? Se, ao menos, houvessem se concentrado à flor da pele... Está bem. Não sei se seria bom, caso, em vez daquilo, acontecesse isto.
- Estou caminhando com um novo trabalho, embora minha fanfiction, "Máscara às avessas", não esteja pronta. Espero conseguir captar bem minha essência. Espero encontrar o que sou em meio a tantas idéias e conexões singulares. Há uma vírgula após "sou"? Droga. Vou acabar por roer minhas unhas até o sabugo.
- Por hoje, é tudo... ou não. Por via das dúvidas, paro por aqui.
- Salut!
Publié par Flaísa Tárcila à 19:56
dimanche 20 septembre 2009
What I got...
Salut.
Os dias correm razoavelmente bem por aqui, se "bem" descreve-se, outrossim, como algo que lhe faz ansiar por subir pelas paredes, gritando, chorando, pedindo por um pouco de paz. Céus. Ao menos, não passo fome, frio ou outros males piores. Logo, posso afirmar que é plauzível, e suportável, seguir em frente. Ou, melhor minúcia, seguir a um futuro... sem futuro. Enfim. Que seja.
Publié par Flaísa Tárcila à 17:30
mercredi 16 septembre 2009
Future...
Céus... Ultimamente, pelo correr da carruagem, indago-me se minha geração possui quaisquer chances de abranger um alvorecer novo. E, pena, constato que não. Tolo é quem crê termos futuro. Ora, equivoco-me! Em realidade, tê-lo-emos. O tal só não será bom. Mas existirá. Bem, a nação de adolescentes jaz enlodada e perdida no vácuo dos sentimentos impuros e abjetos. Vergonha. Vergonha. Vergonha. Quando minha mente estiver um pouco mais organizada, meus caros, retorno para dirigir-lhes alguns novos vocábulos. Saudações.
Mon baisers.
Salut!
Publié par Flaísa Tárcila à 17:38
jeudi 6 août 2009
Please.
Em meu escuro, meu atônito coração de fera ouviu soarem os alardes dos... do imaginário. Está aqui. Sempre estará aqui. Posso sentir sua presença por detrás de meu dorso, seu mínimo calor aventurando-se por minhas espáduas. Viram minha solidão, esconderam-se em meu vazio. Foi uma voz, dizia "Ouço. Ouço seus medos. Seus tormentos. Suas lágrimas". É o sinal.
Publié par Flaísa Tárcila à 18:26
mercredi 1 juillet 2009
Love. Can it just touch me?
Estou transbordando carinho, estou encerrando carinho. Há quem o receba? Braços abertos, sou um manancial de palavras e idéias inefáveis. Não estou em mim. O que há para ser dito, quando vocábulos curtos, que expressem o que há no interior, são tudo o que me vem à mente? Preciso parar. Preciso organizar meus pensamentos. Preciso estar além, não acima ou abaixo, simplesmente além.
Hoje, a energia falhou. E caminhei pela calçada, olhando para o céu. Nunca foi tão fácil ver as estrelas, em meio a algumas frouxas luzes de postes distantes. Talvez, já fosse fácil vê-las bem em outra ocasião. Mas não me lembro, ao certo. Só pensei na lua. A lua iluminou parte do chão. E iluminou minha pele. E cantei. Cantava.
As pessoas vão e vêm. Tempo. Tempo. Tempo. Alguém pode me comprar algum tempo?
Publié par Flaísa Tárcila à 18:46
vendredi 19 juin 2009
Blues, blues, blues.
Olá. Não serei tão constante aqui, apesar de meus esforços em não me separar deste blog. O que deveria ser diário será semanal. Enfim.
Estou um pouco mortificada: meus estudos não caminham tão bem como deveriam caminhar, e estou no primeiro ano do ensino médio. Sim, sei. Não é algo bom. Já não suporto ouvir falar do ENEM. Vestibular. Vestibular. ENEM.
Meu espírito enxerga além das distâncias. Meu pensamento busca a essência.
Roxo, preocupação.
Minha mente anda poeta, alguns pensamentos, ou vários deles, poéticos e, em mesmo tempo, macabros assombram meu crânio. É sofrível, desde que passe tudo para o papel. Em verdade, sou um manancial de palavras, expressões e idéias, algumas desconexas, outras fazendo muito sentido. Sou um baú profundo para as mesmas. Por mais que cresçam, não transbordam. Tornam-se parte de mim. Odeio-me algumas vezes. Contudo, traço contraditório, morro de amores por mim mesma. A "mim mesma" que está vagando, a "mim mesma" que está imaginando.
A música. A música vive em mim. Música enche. Música completa. Flui. É o sangue. Não jorra. Acumula-se.
Deus, obrigada.
Publié par Flaísa Tárcila à 10:58