A aspiração fulge no vácuo repudiado por meu existir proeminente. O espírito punge, mortifica meus anseios e reflete, em meu espectro de fosca prata, as nuances mais nuviosas de meu temor, enquanto o ser original, a essência do ente rutilante, debela-se em sua abstrusa composição, bramindo os rubis que abdicam das veias dos pulsos, quando uma incisão é incutida à epiderme. O morrer morre em mim, o viver decreta o fim.
jeudi 12 novembre 2009
samedi 7 novembre 2009
samedi 24 octobre 2009
dimanche 18 octobre 2009
Go away, sun...
Perdi-me em alguma noção de espaço, tempo. Caso eu possua qualquer noção sobre qualquer minúcia.
Confesso que, neste momento, tudo o que posso haurir é puro medo e ansiedade. Meus ombros estarão fortes e brutos o bastante para posteriores infortúnios e atribulações?
Havia nuvens espessas recatando a majestade celeste, fazendo com que o sol sorrisse por entre arrufos. Piedade. Agora, tudo o que há é puro sol. Sol. Vá-se embora, sol. Não vê que desmorona a sorumbática terra em febre?
Publié par Flaísa Tárcila à 08:07
mardi 13 octobre 2009
Alone.
Sou nada. Nada. Jamais esqueci-me disso. Porém, os fatos contemporâneos vêm afogueando essa certeza em meu interior.
Sinto-me perdida. E estou sozinha. Estou?
Publié par Flaísa Tárcila à 16:50
samedi 10 octobre 2009
Saturday...
Estive fora todo o tempo. Quase. Quase todo o tempo. Alguém pode me comprar algum tempo?
Como posso estar rodeada por indivíduos como você? Limitando a outrem por sua aparência... É vergonhoso.
As estrelas estão encobertas pelas nuvens, e adquiri um novo livro. Livro... livro para se ler junto às estrelas. Estrelas. Brilho. Luz. Vácuo. Solidão. Paz?
Sinto que o momento de minha proximidade com meu objetivo está vacilando. Estará? Está? Esteve?
O que pode consolar um cérebro pasmo e claudicante, cérebro embevecido pelas histórias que não aconteceram? Estou aqui? Estou presente neste momento?
Céus. Que cessem as indagações! Contudo... por quê?
A chuva. A chuva tingiu a terra. Não chove mais?
Publié par Flaísa Tárcila à 17:13
vendredi 9 octobre 2009
Blues, blues, blues...
Mais cedo, escutei os blues do meu interior. E, agora, justo agora, repasso-os comigo.
O céu está ruborizado aqui e ali, e quase não posso enxergar estrelas. Estrelas. Já notaram como são parecidas conosco? As estrelas...
Acordar cedo para retornar aos repasses do branco e preto?
Publié par Flaísa Tárcila à 20:35