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jeudi 30 octobre 2008

Bonjour, mes lecteurs. Como vão? Oh. Devo admitir que me sinto cansada de alguns pormenores. Mas, de fato, nada que abata minhas forças para seguir em frente. Não, nada. Encontro-me bem mais confiante e prudente, agora, e tal deixa-me parva. Mudei muito rapidamente, e isso, apesar de ser próprio de mim, pois que sempre evoluo para melhor (sem vaidades), põe-me um tanto estupefata.

Algo de mais inverossímil operou-se em mim: aprendi a não me apegar tanto a algumas pessoas, como amigos. Ora. A amizade já não é o que costumava ser. Hoje, a sociedade não incute valor tal ao que chamamos "amigo". Portanto, num todo, não se leva à sério esse laço afetivo; quem se entrega de corpo e alma, acaba sofrendo em demasia, pois seus próprios companheiros já não o valorizam tanto, não põem a mão no fogo por sua causa. E isso é mau. Então, que mais se fazer, a não ser não se apegar tanto a eles? Não, não digo que devemos negligenciá-los de todo, mas somente libertar-nos um pouco de tantas angústias, aflições e dissabores causados pelo afeto em demasia. Se é para se amar com ardor, que tal seja correspondido. Ou... que comam brioches* (apenas frisando, antes que maus pensamentos manifestem-se, Maria Antonieta jamais disse tamanho absurdo, empregado, em sua época, como foi empregado*), em bom sentido.
Enlouquecer às custas de pessoas que não me amam tanto quanto eu as amo, irrevogavelmente, apenas fará com que eu me destrua aos poucos. E, agora, que encontrei forças em meu interior e em Deus* (que muito amo e venero*) para caminhar, não desejaria atirar-me ao pó novamente.

Estou contente: já não sou a menina dos pés descalços e do vestido amarrotado. Oh, não. Agora, sou quem dá as cartas, sem impor flagelações a ninguém; agora, sei como, onde e quando jogar. Devo considerar-me, portanto, a moça do vestido de cetim ou das roupas confortáveis e práticas, do laçarote berrante ou do lenço básico para cabelos. Uma pessoa que preza honestidade, independência, praticidade e religiosidade. Não sou uma menina fria. Ora, jamais. Sou uma menina ponderada, calma e que, com prudência, aprende a calcular o que fazer e o que falar.

Por hoje, é tudo, mes chéries!
Mon baisers, mon baisers, salut!