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samedi 21 novembre 2009

Doom.

"E minh'alma morre, aos solavancos, nesta medonha carruagem", para recordar meu favorito autor. Grande Álvares de Azevedo.
Minhas feridas trescalam o mais profuso temor de meu espírito urgente; como será, quando será, por que será? A carne indaga, arrebata minha convicção de um período sutil e vazio de atribulações. Paz. Vácuo. Solidão. Abstinência?
Quando parará meu espectro de debater-se às paredes do cáustico caos? Quando parará minha mente de ponderar e borboletear sobre as minúcias persistentes ao redor? Para onde devo correr, a fim de esquivar-me de meu eu? Eu? Já interpelei: eu? quem sou eu? Estou aqui? Estou presente neste momento?
Quando o bálsamo roçará minha alma de fogo? Queima assaz nos lábios, queima assaz no talhe. Chuva. Chova. Chover. Não chove mais.