BLOGGER TEMPLATES AND TWITTER BACKGROUNDS »

dimanche 14 février 2010

Those tears...

Porventura, curioso caso, pode haver, neste mundo de meu Deus, alma mais alquebrada que esta, esta alma de pobre poeta, poeta que sonha, que vive e que se deixa perecer? "Aonde" estou eu, aonde se foi, onde está? Por que, então, sinto como se algo fosse arrebatado de meu peito, lançado ao ignoto? Onde está minha esperança, aonde foram meus dias? Por que é como se meu eu se visse inclinado a separar-se de seu próprio conteúdo? Veem? Veem como é arrancado, do peito deste poeta, o sonho? Veem como sofre sem conhecer, ao certo, o porquê? Não veem? Morre. Eu. Eu morro.