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dimanche 9 novembre 2008

Sunday... again!

Mes lecteurs!

Oh, Céus! Estou tão bem, ultimamente, e sinto que isso durará. De fato, nunca me senti tão feliz, tão livre de esquemas psicológicos, tão animada. Venha a intriga que vier. Estou sólida, estou de pé, estou mais forte que nunca.
Bem, chéries, gostaria de colocar, aqui, apenas uma citação sobre uma amiga muito querida: Paulinha. Eu a amo muito, e ela não tem a mínima idéia do quão importante tornou-se em minha vida. A única que me diz o que preciso ouvir, o que me deixa mais leve. Paula! Eu te amo!
Agora, terei de deixar o PC. Tenho de ir à Igreja.

Salut, salut, mes amis!
Mon baisers!

samedi 8 novembre 2008

Salut!

É sábado, novamente. Céus. Como vão, mes amis? Oh! Estou bem, profundamente bem.
Conversava com uma amiga muito, muito cara, e combinamos que, se tudo correr bem, se Deus quiser, moraremos em BH, no mesmo apartamento, quando nos formarmos em jornalismo. Estou muito feliz; agora, basta começar a construir o amanhã!

Aprendi nova lição: em outros tempos, não há muito, lamentava muito por não ter tantos planos para o ano que vem, 2009. Sorria para as amigas que os tinham e, em meu interior, entristecia-me por não tê-los. Não uma inveja, mas uma melancolia, apenas. Agora, graças a tudo o que vivo e à mente organizada, já não lamento, já não me entrego à qualquer tipo de nostalgia, pois sei que, mesmo que não saiba o que ocorrerá nos próximos meses, algo simplesmente acontecerá. Não importa que eu não saiba onde estarei; simplesmente terei de estar em algum ligar, vivendo de alguma forma, conhecendo quaisquer pessoas, mesmo que não saiba quais, nem como, nem onde, nem porquê. Apenas viverei! E serei feliz; na essência, serei feliz.

Enfim, assisto minha metamorfose: estou viva.

Mon baisers, mes chéries! Fiquem com Deus!

mercredi 5 novembre 2008

Bonsoir, amis!

A semana é corrida, devido às provas que enfrento. Oh, céus. Mas o período de folga está por vir, e será bom, pois terei diversos trabalhos para fazer. *Risos* Enfim, não importa. Estarei em casa de uma amiga, e tenho certeza de que será ótimo fazer tais trabalhos. Oh, sim! Exigi, por meio de uma carta à direção, os onze pontos que nos cabe no projeto da Cultura. Espero que surta bom efeito.

Por hoje, é tudo o que meu tempo permite-me dizer, chéries!
Salut, Salut!

dimanche 2 novembre 2008

Sunday...

Cá estou, mes amis. E é domingo. Céus, domingos não me agradam. Mas, enfim... Que o dia apenas corra. Está nublado, o que é bom; nada seria mais estafante que um início de semana ensolarado.
Estou um pouco preocupada. No entanto, não creio que isso dure. Em pouco tempo, tudo se achegará aos lugares corretos; ah... o tempo.
Nesta segunda, recomeçarei minha dieta. Oh, como desprezo ter de fazê-lo. Mas sinto como se tal fosse uma obrigação; devo cumpri-la. Que venha o trabalho.
Preciso continuar com minha fanfiction...

O cansaço é um dos piores males que podem abater-se sobre um ser humano. Curioso... Encontrarei alguns minutos para refletir sobre tal.

Até,
mes chéries! Salut, salut!

samedi 1 novembre 2008

Ontem, houve colossal balbúrdia por aqui, meus caros. Por tal, não pude postar novamente. Agora, cá estou, apenas para ser breve e, de certo modo, marasmática.
Em pouco tempo, cuidarei de nossa Árvore de Natal; realmente, espero que o dia simplesmente corra bem.

Saindo este final de semana, terei algumas boas provas. Terei de estudar um bocado, de fato. Oh, enfim. Dará tudo certo, tenho plena certeza.

Salut, mes amis!

vendredi 31 octobre 2008

It's been a long day...

Bonjour!


Céus. Minha mãe está em polvorosa, como sempre, mas não tiro sua razão. De fato, importunamo-na em demasia com nossos assuntos ou faltas. Está falando há mais de trinta minutos em nossas cabeças, pois que se agastou com assuntos da empresa. Contudo, é certo que ela ainda encontrará alguém para aliviar todo seu stress; e serei eu, naturalmente. Em realidade, já não me importo. Não me importo. Estou bem, não será ela quem me fará voltar aos tempos tristes e de auto-flagelação psicológica. Nem ela, nem ninguém. Não quero abandonar o bem-estar sadio que sinto, porque sei que demoraria um pouco até que eu o alcançasse novamente. E esse meu desejo não é egoísmo. Oh, não.
Deixe-me ver o que tenho a fazer neste feriado... amanhã, cumprimentar um amigo por data de aniversário e ajudar a preparar os enfeites de natal da casa; depois, nada. Oh, meu Deus. Realmente, mal posso esperar até ter uma vida social ou completar dezoito anos. De fato, necessito de tal.

Talvez, mais tarde, volte a postar, mes amis.
Mon baiser.

jeudi 30 octobre 2008

Bonjour, mes lecteurs. Como vão? Oh. Devo admitir que me sinto cansada de alguns pormenores. Mas, de fato, nada que abata minhas forças para seguir em frente. Não, nada. Encontro-me bem mais confiante e prudente, agora, e tal deixa-me parva. Mudei muito rapidamente, e isso, apesar de ser próprio de mim, pois que sempre evoluo para melhor (sem vaidades), põe-me um tanto estupefata.

Algo de mais inverossímil operou-se em mim: aprendi a não me apegar tanto a algumas pessoas, como amigos. Ora. A amizade já não é o que costumava ser. Hoje, a sociedade não incute valor tal ao que chamamos "amigo". Portanto, num todo, não se leva à sério esse laço afetivo; quem se entrega de corpo e alma, acaba sofrendo em demasia, pois seus próprios companheiros já não o valorizam tanto, não põem a mão no fogo por sua causa. E isso é mau. Então, que mais se fazer, a não ser não se apegar tanto a eles? Não, não digo que devemos negligenciá-los de todo, mas somente libertar-nos um pouco de tantas angústias, aflições e dissabores causados pelo afeto em demasia. Se é para se amar com ardor, que tal seja correspondido. Ou... que comam brioches* (apenas frisando, antes que maus pensamentos manifestem-se, Maria Antonieta jamais disse tamanho absurdo, empregado, em sua época, como foi empregado*), em bom sentido.
Enlouquecer às custas de pessoas que não me amam tanto quanto eu as amo, irrevogavelmente, apenas fará com que eu me destrua aos poucos. E, agora, que encontrei forças em meu interior e em Deus* (que muito amo e venero*) para caminhar, não desejaria atirar-me ao pó novamente.

Estou contente: já não sou a menina dos pés descalços e do vestido amarrotado. Oh, não. Agora, sou quem dá as cartas, sem impor flagelações a ninguém; agora, sei como, onde e quando jogar. Devo considerar-me, portanto, a moça do vestido de cetim ou das roupas confortáveis e práticas, do laçarote berrante ou do lenço básico para cabelos. Uma pessoa que preza honestidade, independência, praticidade e religiosidade. Não sou uma menina fria. Ora, jamais. Sou uma menina ponderada, calma e que, com prudência, aprende a calcular o que fazer e o que falar.

Por hoje, é tudo, mes chéries!
Mon baisers, mon baisers, salut!