Então, quando vem a bonança, ressurgem o medo e a ilusão em uma alma moribunda.
Aonde vai meu destino, aonde vai meu pensamento? Que hei de fazer, que hei de dizer, como agirei? Neste segundo, meu existir enxerga que, com tempo, e tempo, e vento, as pessoas andam mudando... e este pobre poeta já não se sente o mesmo.
samedi 30 janvier 2010
That's it...
Publié par Flaísa Tárcila à 17:01